

CVM recua e flexibiliza reportes de sustentabilidade, como isso afeta o mercado?
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) anunciou uma mudança significativa em sua política de sustentabilidade ao revogar a obrigatoriedade dos reportes financeiros relacionados ao meio ambiente e clima sob os padrões internacionais IFRS S1 e S2. A decisão, formalizada pela resolução 244, transforma a adoção desses padrões em algo voluntário, no modelo “pratique ou explique”, surpreendendo o mercado e gerando debates sobre os impactos dessa flexibilização. O recuo da CVM foi

Felipe Cunha
1 de jun.2 min de leitura


Plástico Reciclado: de obrigação legal a vantagem competitiva
O Decreto do Plástico marca um novo patamar para a indústria brasileira ao exigir que embalagens incorporem ao menos 22% de resina pós-consumo (PCR), com metas progressivas até 2040. Mais do que uma obrigação regulatória, essa medida abre caminho para uma economia circular robusta, capaz de reduzir a dependência de recursos fósseis e estimular a coleta e reciclagem de resíduos plásticos. O uso de PCR traz benefícios diretos: diminui a pegada de carbono ao evitar etapas intens

Felipe Cunha
18 de mai.2 min de leitura


A indústria Brasileira e o desafio da conta do carbono
O Plano Clima 2024-2035 marca uma virada decisiva para o setor industrial brasileiro. Ele encerra a fase de debates abstratos e inaugura a etapa de responsabilidades concretas, traduzindo os compromissos internacionais do Brasil em metas setoriais. A indústria pesada, que inclui setores como ferro e aço, cimento, alumínio, papel e celulose, químico e vidro, terá margem para crescimento de emissões, mas dentro de limites bem definidos. Esses limites permitem um aumento de 13%

Felipe Cunha
13 de abr.2 min de leitura


Indústria brasileira e o desafio do carbono: O relógio está correndo
O Plano Clima 2024-2035 marca uma virada decisiva para a indústria brasileira. Ele encerra a fase de debates abstratos e inaugura a etapa de atribuição concreta de responsabilidades, alinhando o país às metas internacionais de redução de emissões de gases de efeito estufa previstas no Acordo de Paris. A partir de agora, o setor privado precisa lidar com números e prazos claros, que definem o orçamento de carbono até 2035. No caso da indústria pesada, há espaço para cresciment

Felipe Cunha
16 de mar.2 min de leitura
